Augusto Gil

 

A GUARDA QUE RECORDA AUGUSTO GIL

  1. Museu da Guarda: fiel depositário do espólio do poeta

  1. Escola Básica do 1.º ciclo Augusto Gil

Os professores desta escola escolheram o nome de Augusto Gil, em 1977, em homenagem ao autor da “Balada da Neve”, a qual está afixada à entrada da escola.

  1. Café Mondego.

Onde Augusto Gil se encontrava com amigos para longas conversas e tertúlias politicas ou literárias.

  1. Escultura que retrata Augusto Gil, Guarda. Escultura “Como quem chama por mim (Homenagem a Augusto Gil), da autoria de Gerard Quéheillalt, no Simpósio Internacional de Arte Contemporânea em 2016.

  1. Estátua de Homenagem a Augusto Gil, Estátua de uma mulher em bronze, em tamanho real, construída em homenagem a Augusto Gil, da autoria de João da Silva.

  1. Rua Augusto Gil: A casa onde viveu

  1. Liceu da Guarda: edifício do antigo Governo Civil

Além de ter concluído os estudos liceais nesse edifício, Augusto Gil ofereceu-se, no período que medeia entre a formatura e a implantação da República, para um lugar de professor provisório do Liceu da Guarda, então instalado na ala nascente do edifício do antigo Governo Civil, mas o conselho escolar não o considerou competente para reger a cadeira de português.

  1. Sé da Guarda

Dim-dlim-dim, canta a «garrida» / Nas torres da Sé da Guarda. / Vai a vida de fugida / E o meu bem tanto me tarda!

  1. Jazigo da família

Os restos mortais do poeta repousam num mausoléu desenhado por João da Silva e mandado construir por Adelaide Sofia Patrício Gil, localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de Alba Plena: E a pendida fronte, ainda mais pendeu…/E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu…”

 

  • Chafariz a Dorna (Opcional)

Nós temos o mesmo fado, / Ó fonte de água cantante:/ quem te quer, para um bocado, / Quem não quer, passa adiante…

In “A canção das perdidas” em Luar de Janeiro (1910)